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Sábado, Janeiro 10, 2004

GALÁCTICOS!

Pasmem-se com estas imagens, estes é que são os verdadeiros GALÁCTICOS. http://www.space.com/php/multimedia/imagedisplay/ img_display.php?pic=040109_hubble_gems_02.jpg Os oitenta magníficos. Incontáveis mundos fervilham naquelas galáxias ímpares. A luz que nos mostra os remoinhos de estrelas, as espirais majestosas, as colisões titânicas de estrelas, gases e mundos desconhecidos. Pequenos borrões de luz que se tornam grandiosos quando a atenção se presta ao intricado pormenor dos enormes braços galácticos. São sussuros de luz do Universo. Como o tempo é estranho, e nos permite ver instantâneos de tempos tão distantes. Como o espaço é estranho, e nos deixa ver objectos tão longínquos. Mergulhemos então nos abismos do tempo e do espaço que estas imagens nos transmitem. Um abraço universal, JMA

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Segunda-feira, Janeiro 05, 2004

Jogo marciano de palavras :)

Espero que a sonda BEAGLE tenha a OPORTUNIDADE de mostrar que o ESPÍRITO dela esteja presente ainda e nos mande um EXPRESSO de dados e sempre com a MGS a fazer a sua Missão GrandioSa. :) Seria uma bela ODISSEIA. (ainda bem que a Nozomi não deu pois não dava para incluir neste jogo de palavras :P) Um abraço, JMA

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Quinta-feira, Janeiro 01, 2004

Apenas mais um dia...

E além da loucura temporária de uns quantos que por aí deambulam a festejar um ano novo, há uns quantos que olham sempre para o céu. As estrelas lá continuam aparentemente no mesmo sítio. Nós giramos a milhares de quilometros por hora, andamos portanto numa roda viva... para quê? Qual o significado de tudo isto? Tudo se resume a aparecer, conhecer, sofrer para depois tudo desaparecer... até a esperança. Até mesmo as estrelas mais resistentes perecerão sob o tempo transformando (nalguns casos) em anãs pretas... Tudo ficará nas trevas onde outrora existiu a luz que nós conhecemos, alguma da luz que nunca conhecemos, outra que ansiámos conhecer. Pelo menos, tivemos a sorte de contarmos com uma das coisas realmente mais importantes que existe neste mundo: o de sentirmos realmente (e preocuparmos com isso) ligados às estrelas. Nós, astrónomos amadores, amamos, ansiamos pelo céu. E eu, a título de exemplo, não me canso de olhar para a nebulosa de Orion, para as Plêiades, para o enxame M35, para Albireo, para uma infinidade de objectos profundos ao alcance de um simples instrumento óptico. Hoje olhei para o céu, toquei-o e ..... sonhei com um mundo mais humano, mais preocupado com o céu, mais livre, mais consciente do seu lugar no Universo. Um abraço universal, JMA

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